terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Reflexos


Não é fácil replicar os reflexos, ainda para mais neste papel super absorvente. Mas não se viram as costas a um bom desafio, por isso aqui ficou a tentativa.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Mudança


O nome do largo é engraçado "Outeirinho da Amendoeira". Calculo que em tempos o espaço fosse mais aberto e tivesse uma amendoeira lá plantada.
Hoje em dia não se vê nada disso, mas uma das ruas que sai do largo tem uma perspectiva bonita, tipicamente lisboeta, com uma fachada em destaque onde foi feita uma pintura mural.
Realmente as coisas mudam.

sábado, 21 de janeiro de 2017

Frio


Estava frio nesta manhã... mesmo frio. O carro marcava 3 graus lá fora, mas como havia um pouco de tempo para matar foi questão de insistir no desenho para aquecer o espírito. E aqueceu tanto que a certa altura tive que abrir um pouco os vidros para impedir que embaciassem por dentro.

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Sombras



Nada como aproveitar uma manhã de sol a retratar umas sombras reflectidas na cidade. Mas atenção, porque se por um lado umas sombras ficam sempre bem num desenho, nem pensar em desenhar na sua sombra, onde o sol não chega e não consegue fazer esquecer que o frio anda por aí.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Mata sem cor


Já tinha desenhado mais ou menos esta vista com cores, por isso para não se repetitivo  agora ficou registada a preto e branco.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

O largo escondido


Foi completamente por acaso que passei por aqui a seguir a um daqueles momentos "deixa lá ver onde é que esta estrada vai dar". E foi dar a um largo isolado, muito simpático, com muitas árvores e alguns gatos, onde praticamente todos os moradores estavam reunidos em redor do café que lá existe. É mesmo uma mini comunidade onde todos se conhecem.
No entanto entusiasmei-me mais para desenhar a rua que ia dar ao largo, em vez do largo em si. Mas agora que sei que o largo está lá ao fundo daquela estrada já posso escolher ir para lá desenhar quando me apetecer.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

À conversa


Este desenho teve daquelas envolvências que valorizam ainda mais o prazer de desenhar no local. Enquanto o fazia saiu uma senhora da porta da casa castanha, que se cruzou com um senhor que ia a subir a rua, e rapidamente se puseram à conversa a trocar impressões sobre a sua manhã.
A conversa foi ainda mais engraçada porque ambos falavam à velocidade da metralhadora quase sem se ouvirem um ao outro, e por isso andavam quase sempre desfasados.
Tudo acabou com o senhor a aconselhar um peixe espectacular que tinha comprado na praça, a senhora a replicar que não gosta de espinhas, e o senhor a responder que aquele peixe não tinha espinhas.
Como já não sabia que peixe era foi procurar a informação no talão de compra... era perca, mas entretanto ambos ficaram na dúvida se o peixe era perca ou "persa".
A senhora ficou com ideia de ir comprar o peixe mas, depois de ir cada um para seu lado, ainda voltou a abrir a porta de casa e gritou lá para dentro: "olha lá, o peixe chama-se perca ou persa?". Não consegui ouvir a resposta.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Batota


Tive que fazer um pouco de batota para chegar ao fim deste desenho. Cheguei aqui pouco depois das 8:00 e tudo estava calmo, mas pelos vistos neste edifício funciona um colégio/escola e, à medida que o tempo avançava o espaço ficava cada vez mais cheio de carros que paravam para vir deixar as crianças, de tal forma que a vista mais à esquerdo do desenho estava praticamente bloqueada.
Sei que tem uma pequena ilha central com uma pequena árvore, mas optei por deixá-la de fora porque, para além de não a ver, também achei que iria carregar o desenho.
O desenho tem destas coisas, podemos optar pelos elementos que queremos que fiquem na nossa "fotografia".

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Jardim


Não gosto muito de desenhar só vegetação, mas neste dia foi aqui que consegui parar um pouco para desenhar. De vez em quando também não faz mal nenhum desenhar o que não se quer para ir quebrando umas barreiras. Se um dia conseguir não ter barreiras nenhumas vou ser muito mais contente.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Radio


Foi num restaurante que na parede à minha frente estava uma série de rádios antigos, daqueles que me lembro de ver em casa dos meus avós. Não deu para desenhar todos (no fundo fui lá para comer, não desenhar), mas como o serviço foi um pouco lento deu para trazer um guardado no caderno.

sábado, 7 de janeiro de 2017

Lembrei-me


Por vezes acontece "esquecer-me" um pouco do caderno pequeno onde só desenho a preto e branco, mas neste dia achei que seria perfeito para lhe pegar. Talvez porque há pouco tempo tinha feito um desenho com aguarela quase do mesmo ângulo.
Não quer dizer que não goste do meu caderno pequenino... na verdade gosto muito dele... mas de vez em quando fica um pouco "esquecido".

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Alfama III


Todos os desenhos daquela manhã tinham sido feitos à sombra. Com o frio que estava tinha chegado a um ponto em que precisava de reaquecer o corpo e, como não tinha levado comigo o aquecedor portátil, a única forma de o fazer era sentar-me um pouco ao sol (que felizmente se mostrava lá em cima).
As escadinhas de São Miguel estavam mesmo ali ao lado e eram o local ideal. O espaço é tão bonito que primeiro preocupei-me em arranjar um espaço confortável para me sentar e, uma vez feito, não tive dificuldades e encontrar um ângulo para desenhar.
Como curiosidade já uma vez desenhei sentado na soleira da porta verde em primeiro plano.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Alfama II


Parecia um desafio encaixar todo aquele largo no caderno, mas com jeitinho e uns empurrões lá consegui enfiar as linhas todas onde queria.
Alfama merece a nossa disponibilidade para a visitar, e retribui com surpresas em quase todos os seus recantos.
Já a conheço relativamente bem, mas depois desta manhã lá passada voltei a ficar com vontade de lá regressar para mais desenhos.

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Alfama


Já o tinha usado para experimentar, mas entretanto acabou por ficar na prateleira à espera da sua grande oportunidade. Agora peguei definitivamente neste caderno para o levar até ao fim. Fi-lo com um papel que não conhecia mas que me chamou a atenção pela sua cor creme (e já lá vão 2 cadernos sem ver o branco na folha).
É muito absorvente e desbota as cores, mas gosto deste desafio de ter que me habituar a algo diferente a cada novo caderno.
Pelo menos as canetas escorregam melhor neste papel do que no do caderno anterior, embora com algumas limitações.


Foi em Alfama que apareceram estes desenhos, impulsionados pelo desafio dos Urban Skecthers para desenhar nos mesmos locais onde Roque Gameiro desenhou noutros tempos.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Cais do Sodré


A partir do Cais do Sodré ainda me virei para o lado da Praça do Comércio, mas assim que estava a chegar à Ribeira das Naus e me comecei a ter que desviar das dezenas de pessoas que por ali andavam dei meia volta e fui na direcção a Santos, para onde há mesmo muito menos gente e se pode passear realmente à vontade.
Depois foi só sentar-me num pontão para mais um desenho.

domingo, 1 de janeiro de 2017

Parque Eduardo VII


A ideia era ir visitar a Wonderland no parque Eduardo VII, mas as filas descomunais para lá entrar facilmente me demoveram dessa ideia.
Como o kit de desenho anda sempre comigo foi fácil ocupar o tempo que tinha de sobra antes do parquímetro acabar, só para não dizer que tinha ido e voltado do parque de mãos a abanar.

sábado, 31 de dezembro de 2016

Entrada na alfândega


Durante a semana a entrada na alfândega costuma ser movimentada, onde os camiões estão constantemente a entrar e a sair, o que tira um pouco de paz ao momento do desenho. Ainda por cima queria desenhar o navio e tinha quase sempre uma atrelado à frente, por isso andava sempre a passear com a caneta de um lado para o outro do papel à espera de uma nesga entre a chegada dos camiões.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

De volta


Tenho um desenho parecido no caderno, desta vez fiz um numa folha solta. Esta época tem destas coisas.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Sol baixo


O sol de inverno anda bem mais baixinho do que no Verão.Apesar de ser hora de almoço, a espécie de efeito do contraluz quase que fazia crer que estávamos mais perto do pôr-do-sol do que do pico do meio-dia.